RACISMO CLIMATICO-AMBIENTAL E JUSTIÇA AMBIENTAL EM UM DIÁLOGO NO CENÁRIO DE CRISES: PENSAR A EMERGÊNCIA DAS CATÁSTROFES AMBIENTAIS COMO VIOLAÇÃO AO MEIO AMBIENTE ECOLOGICAMENTE EQUILIBRADO
Palavras-chave:
Racismo Climático-Ambiental, Catástrofes Ambientais, Meio Ambiente Ecologicamente EquilibradoResumo
Este estudo objetiva analisar a relação intrínseca entre as crises climáticas e suas consequências como violação ao direito fundamental de um meio ambiente ecologicamente equilibrado, desvelando a prática do racismo climático-ambiental. A relevância do tema reside na constatação de que a exploração ambiental sem políticas públicas eficazes afeta desproporcionalmente grupos vulneráveis, os quais suportam os ônus da degradação, conforme exemplificado pela poluição em Volta Redonda e o desastre de Mariana. A segregação socioambiental revela o abandono institucional, reforçando desigualdades, compreende-se que as catástrofes ambientais evidenciam a fragilidade estatal e institucional na proteção de direitos fundamentais, intensificando a vulnerabilidade de grupos marginalizados. O racismo climático-ambiental manifesta-se no abandono, na criminalização seletiva e na supressão da cidadania, exigindo novos paradigmas de governança e políticas públicas inclusivas para uma efetiva justiça ambiental e a garantia de direitos humanos.
Downloads
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Repositório dos Trabalhos de Curso da Faculdade de Direito de Cachoeiro de Itapemirim (FDCI)

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
Direitos Autorais para artigos publicados neste repositório são do autor, mas como esta revista é de acesso público, os artigos são de uso gratuito, desde que citada a fonte.


